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Remédios que não precisam de receita perdem comparticipação do Estado | Jornal Digital
Economia

Utentes vão passar a pagar mais 37% por alguns dos remédios mais vendidos

Remédios que não precisam de receita perdem comparticipação do Estado

2011-01-05 10:10:40

Lisboa - Fármacos como o paracetamol, antiácidos ou antivirais para combater a gripe, que podem ser comprados nas farmácias sem receita médica, vão perder a comparticipação do Estado até Março deste ano.

A medida, já publicada em Diário da República, vem retirar a comparticipação do Estado aos medicamentos não sujeitos a receita médica. Esta medida integra-se no vasto plano de medidas contenção da despesa do Serviço Nacional da Saúde.

De acordo com dados do Infarmed, de um universo de 1.900 remédios que podem ser comprados sem receita médica, actualmente apenas 24 têm comparticipação e até Março passarão a ser descomparticipados.

Na lista dos remédios a descomparticipar figuram sete apresentações (cápsulas, supositórios, comprimidos) de paracetamol, substância usada para tratar constipações e estados febris, de anti-ácidos e de medicamentos antivirais para combater a gripe.

Assim os utentes vão passar a pagar estes remédios 37% mais caros, esta medida integra-se no vasto plano de medidas contenção da despesa do Serviço Nacional da Saúde.

(c) PNN Portuguese News Network

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