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Economia  »  Acusado de crimes financeiros
  
Justiça ataca Paulo Mirpuri em São Tomé
2007-08-06 09:56:00



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São Tomé - O tribunal da primeira instância decidiu confiscar todos os bens do National Investiment Bank, NIB, assim como de todas regalias sociais em São Tomé e Príncipe na sequência do caso Air Luxor.
A decisão foi tomada no mesmo dia, 1 de Agosto, que o NIB lançou o cartão de crédito Amrican Express no mercado santomense. Paulo Mirpuri presidente do NIB, e ex-proprietário da companhia aérea Air Luxor, é supostamente acusado de vários de crimes.

Segundo Adelino Isidro, representante de um grupo de credores santomenses e cabo-verdianos, afirma Paulo Mirpuri está a ser «perseguido em Cabo Verde», e apresentou à imprensa santomense vários documentos comprovativos das decisões do tribunal e da polícia judiciária de Cabo Verde que «está a tomar medidas contra a sede da Air Luxor em Cabo Verde e da sua congénere em Portugal.»

Adelino Isidro afirmou também que Paulo Mirpuri tem «defraudado o fisco em São Tomé, Cabo Verde, tem roubado os fundos que deveriam contribuir para pagar os custos das operações nomeadamente os débitos realizado pela Air Luxor STP» em São Tomé a qual deve mais de «200 mil dólares à ENCO, Empresa nacional de Combustível e Óleo, Ilhéu das Rolas, Hotel Miramar, Club Santana, aos sócios santomenses e aos sócios cabo-verdianos» e acusa também Paulo Mirpuri de supostamente «estar a falsificar todo um conjunto de documentos.»

«Entrepusemos uma acção no tribunal e o tribunal decretou o arresto dos bens do NIB, decretou o arresto do prédio do NIB, decretou o arresto das acções do Paulo Mirpuri e dos seus sócios os dividendos, toda a sua participação e todo o seu directo social» declarou Adelino Isidro.
(c) PNN Portuguese News Network

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