Canais
Confidencial
Cartoon
Links Úteis
Serviços
Portal

 
Sociedade  »  Interrupções voluntárias da gravidez
  
Três hospitais antecipam-se ao prazo legal e já praticam abortos
2007-07-06 15:06:37



  Jovem acusado de matar namorada julgado em Viseu
  EMEL cria serviço de aluguer de bicicletas
  Caso McCann: Pedófilo revela antes de morrer que Maddie foi raptada por máfia cigana
  Despiste de máquina faz uma vítima nas minas de Aljustrel
  Incêndio em Ribeira de Pena envolve mais de 300 bombeiros
  Algarve revoltado com campanha de Guimarães Capital Europeia da Cultura 2012
  Ultraleve cai a pique e faz dois mortos em Óbidos
  Vacinados contra H1N1 sentem agora as contra-indicações do medicamento
  Homem fingia ser médica e diagnosticava falsos casos de cancro
  Mãe mata filho recém-nascido e aguarda julgamento em liberdade
  Seis mortos e 72 feridos no choque em cadeia com 56 viaturas na A25
  GNR detém quatro condutores por fazerem corridas na IP6
Lisboa - Apesar de a regulamentação da lei da interrupção voluntária da gravidez só entrar em vigor a 15 de Julho, três hospitais já estão a praticar abortos a pedido da mulher.
Nos hospitais de Portimão e Garcia de Orta (em Almada) e a Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, já se fazem interrupções voluntárias da gravidez até às 10 semanas.

O presidente da Comissão de Saúde Materna, Jorge Branco, justificou dizendo que «A pressão da população é muito grande. Desde que cumpram a lei não me parece que seja um problema».

A estas unidades vão juntar-se 12 hospitais da Administração Regional de Saúde do Norte, que a partir de segunda-feira começam a realizar abortos a pedido da mulher

Segundo adiantou à Lusa Jorge Branco, o hospital de Matosinhos e o São Francisco Xavier, em Lisboa, são as duas únicas unidades em Portugal Continental que já informaram que não vão praticar a interrupção voluntária da gravidez (IVG) por todos os médicos terem invocado objecção de consciência.

Na Região Autónoma dos Açores, apenas o hospital do Faial vai avançar com a IVG, uma vez que nas outras instituições todos os médicos alegaram objecção de consciência

De acordo com a lei, na ausência de médicos para realizar a IVG a unidade hospitalar é obrigada a contractualizar o serviço com outro hospital, mediante pagamento.

A regulamentação da lei da IVG, publicada a 21 de Junho em Diário da República, prevê que a consulta prévia obrigatória seja marcada no período máximo de cinco dias, e durante o período de reflexão da mulher (que não deve ser inferior a três dias a contar da data da primeira consulta), deve ser disponibilizado o acompanhamento por psicólogo ou assistente social, caso a grávida o solicite.

Obrigatória é a marcação de uma consulta de saúde reprodutiva ou planeamento familiar no prazo máximo de 15 dias após a IVG.
(c) PNN Portuguese News Network

Partilhe esta noticia:



Comentar esta notícia Envie esta notícia a um amigoImprimir esta notícia
Comentar esta notícia

Nome:

E-mail:

Comentário:


 
MULTIMÉDIA
 

Brasil: Jornal do Brasil desiste da sua edição em papel

Saber mais

 
 

Facebook já tem rival: chama-se Diaspora

Saber mais

 
 

Dicionário Oxford abandona edição impressa

Saber mais

 
 
 
Sugestoes